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Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (10/11) a Operação Mercador de Fumaça, com o objetivo de investigar um advogado que solicitava valores para influenciar no curso de processos pendentes de julgamento no Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal. Policiais federais cumprem um mandado de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal.

Foi apurado que o advogado teria cobrado a quantia R$ 2 milhões de um prefeito que havia sido afastado do cargo. Parte dos valores seria utilizada para o pagamento de assessores de ministros de tribunais superiores, para viabilizar uma decisão favorável que proporcionaria um rápido retorno do prefeito ao cargo.

O investigado será indiciado pelo crime de exploração de prestígio, que prevê pena de reclusão de 1 a 5 anos, com a causa de aumento de pena de 1/3. Por já ser réu em ação penal por prática de crimes semelhantes, acusado de vender Ministros do Tribunal Superior Eleitoral, a Polícia Federal representou pela prisão preventiva.

Não há qualquer indício de participação de servidores públicos nos fatos investigados.

O nome da operação se dá em razão dos crimes de tráfico de influência e exploração de prestígio serem conhecidos na prática forense como venda de fumaça.

Não haverá coletiva de imprensa.

FONTE:Comunicação Social da Polícia Federal no Distrito Federal

 

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